Jaider Esbell Moquém - Surarî Arte indígena contemporânea

01 Out 13 Dez 2020 Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM São Paulo) exposição individual
Jaider Esbell, <i>Malditas e Desejadas</i>, 2013. Foto: Marcio Lavor. Cortesia de Jaider Esbell de Arte Indígena Contemporânea
Jaider Esbell, Malditas e Desejadas, 2013. Foto: Marcio Lavor. Cortesia de Jaider Esbell de Arte Indígena Contemporânea

Ampla mostra Moquém - Surarî Arte indígena contemporânea sobre o trabalho e o papel catalisador do artista macuxi Jaider Esbell (1979, Normandia, RR).

Esbell viveu até aos 18 anos na região que hoje corresponde à Terra Indígena Raposa Serra do Sol, quando então se mudou para Boa Vista, a capital do estado de Roraima. Sua primeira atuação de grande visibilidade foi com o prêmio/bolsa Funarte/MINC, um fomento a novos escritores, em 2010. O produto é a obra literária Terreiro de Makunaima – mitos, lendas e estórias em vivências. Em 2011, realizou, em Normandia (RR) sua primeira exposição com autocuradoria e, em 2013, organizou o I Encontro de Todos os Povos. Estas três realizações evidenciam sua trajetória e atuação ao projetar o Sistema AIC – Arte Indígena Contemporânea. Com o termo coletividade, Esbell atua de forma múltipla, combinando o papel de artista, curador, escritor, educador, promotor e catalisador cultural. Suas visões de mundo figuram hoje entre os maiores nomes do “pensamento indígena” brasileiro.

Curadoria: Jaider Esbell, Paula Berbert, Pedro Cesarino

Saiba mais sobre o artista aqui.

  1. Caroline A. Jones, Eyesight Alone: Clement Greenberg’s Modernism and the Bureaucratization of the Senses (Chicago: University of Chicago Press, 2005).
  2. Greenberg’s Modernism and the Bureaucratization of the Senses (Chicago: University of Chicago Press, 2005).
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