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14 Nov 13 Dez 2020 Pavilhão da Bienal exposição coletiva
Vista da obra  <i>Wind</i> [Vento] (1968), de Joan Jonas na exposição Vento. Foto: Levi Fanan/ Fundação Bienal de São Paulo
Vista da obra Wind [Vento] (1968), de Joan Jonas na exposição Vento. Foto: Levi Fanan/ Fundação Bienal de São Paulo
Vista das obras de Antonio Dias na exposição <i>Vento</i>. Foto: Levi Fanan/ Fundação Bienal de São Paulo
Vista das obras de Antonio Dias na exposição Vento. Foto: Levi Fanan/ Fundação Bienal de São Paulo
Vista da obra <i>Educação pela noite</i> (2020), de Clara Ianni, na exposição <i>Vento</i>. Foto de Levi Fanan / Fundação Bienal de São Paulo
Vista da obra Educação pela noite (2020), de Clara Ianni, na exposição Vento. Foto de Levi Fanan / Fundação Bienal de São Paulo
Vista da obra <i>Educação pela noite</i> (2020), de Clara Ianni, na exposição <i>Vento</i>. Foto de Levi Fanan / Fundação Bienal de São Paulo
Vista da obra Educação pela noite (2020), de Clara Ianni, na exposição Vento. Foto de Levi Fanan / Fundação Bienal de São Paulo
Vista da obra <i>Sem título (provisório)</i> (2018), de Deana Lawson na exposição <i>Vento</i>. Foto: Levi Fanan / Fundação Bienal de São Paulo  Sem título (provisório)
Vista da obra Sem título (provisório) (2018), de Deana Lawson na exposição Vento. Foto: Levi Fanan / Fundação Bienal de São Paulo Sem título (provisório)
Vista da obra <i>Dois coros</i> (2013-2014), de Ana Adamović na exposição <i>Vento</i>. Foto: Levi Fanan / Fundação Bienal de São Paulo
Vista da obra Dois coros (2013-2014), de Ana Adamović na exposição Vento. Foto: Levi Fanan / Fundação Bienal de São Paulo
 Vista das obras de Eleonore Koch na exposição <i>Vento</i>. Foto: Levi Fanan / Fundação Bienal de São Paulo
Vista das obras de Eleonore Koch na exposição Vento. Foto: Levi Fanan / Fundação Bienal de São Paulo
Vista da obra <i>Assobios e transfiguração da linguagem</i> [Whistling and Language Transfiguration (WaLT)] (2012), de Gala Porras-Kim na mostra <i>Vento</i>. Foto: Levi Fanan/ Fundação Bienal de São Paulo
Vista da obra Assobios e transfiguração da linguagem [Whistling and Language Transfiguration (WaLT)] (2012), de Gala Porras-Kim na mostra Vento. Foto: Levi Fanan/ Fundação Bienal de São Paulo
Vista da série
Vista da série "A guerra dos Kanaimés" de Jaider Esbell durante a mostra Vento da 34ª Bienal de São Paulo. Foto: © Levi Fanan / Fundação Bienal de São Paulo
Vista da obra <i>Creación de la tierra</i> de Jacqueline Nova na exposição <i>Vento</i>, parte da 34ª Bienal de São Paulo. Foto: Giovanna Querido / Fundação Bienal de São Paulo
Vista da obra Creación de la tierra de Jacqueline Nova na exposição Vento, parte da 34ª Bienal de São Paulo. Foto: Giovanna Querido / Fundação Bienal de São Paulo
Vista do espaço expositivo dedicado à obra <i>Palabras ajenas</i>, de León Ferrari na mostra <i>Vento</i>. Foto: Levi Fanan / Fundação Bienal de São Paulo
Vista do espaço expositivo dedicado à obra Palabras ajenas, de León Ferrari na mostra Vento. Foto: Levi Fanan / Fundação Bienal de São Paulo
Vista da obra <i>1.680 metros</i> (2020), de Luisa Cunha na exposição <i>Vento</i>. Foto: Giovanna Querido / Fundação Bienal de São Paulo
Vista da obra 1.680 metros (2020), de Luisa Cunha na exposição Vento. Foto: Giovanna Querido / Fundação Bienal de São Paulo
Vista da obra <i>No Show</i>, de Melvin Motti na exposição <i>Vento</i>, parte da 34ª Bienal de São Paulo. Foto: Giovanna Querido / Fundação Bienal de São Paulo
Vista da obra No Show, de Melvin Motti na exposição Vento, parte da 34ª Bienal de São Paulo. Foto: Giovanna Querido / Fundação Bienal de São Paulo
Vista da obra <i>Experimentando o vermelho em dilúvio</i> (2016), de Musa Michelle Mattiuzzi na exposição <i>Vento</i>. Foto: Levi Fanan / Fundação Bienal de São Paulo
Vista da obra Experimentando o vermelho em dilúvio (2016), de Musa Michelle Mattiuzzi na exposição Vento. Foto: Levi Fanan / Fundação Bienal de São Paulo
Vista da obra <i>Victoria Falls After the Rain</i> [Victoria Falls após a chuva] (2014), de Paulo Nazareth na exposição <i>Vento</i>. Cortesia do artista e Mendes Wood DM, São Paulo, Bruxelas, Nova York. Foto: Levi Fanan / Fundação Bienal de São Paulo
Vista da obra Victoria Falls After the Rain [Victoria Falls após a chuva] (2014), de Paulo Nazareth na exposição Vento. Cortesia do artista e Mendes Wood DM, São Paulo, Bruxelas, Nova York. Foto: Levi Fanan / Fundação Bienal de São Paulo
Vista da série <i>Dilatáveis</i>, de Regina Silveira na exposição <i>Vento</i>. Foto: Levi Fanan / Fundação Bienal de São Paulo
Vista da série Dilatáveis, de Regina Silveira na exposição Vento. Foto: Levi Fanan / Fundação Bienal de São Paulo

A Fundação Bienal de São Paulo apresentou a mostra Vento até 13 de dezembro de 2020 no Pavilhão Ciccillo Matarazzo como parte da programação da 34ª Bienal de São Paulo – Faz escuro mas eu canto. A visitação seguiu rigorosamente protocolos sanitários estabelecidos para o setor cultural. 

Intitulada a partir do filme Wind [Vento] (1968), de Joan Jonas, a exposição composta majoritariamente por obras desmaterializadas, em áudio e vídeo, busca ressaltar uma sensação de espaço e distância que raramente pode ser experimentada pelo público. Nenhuma parede expositiva será construída, e a arquitetura do Pavilhão Ciccillo Matarazzo ficará em seu estado natural, acolhendo as obras diretamente, sem elementos que possam criar uma mediação entre a escala humana dos trabalhos e as dimensões monumentais do Pavilhão. 

No dia 13 de novembro, às 18h, a mostra foi inaugurada com uma performance de Paulo Nazareth no edifício fechado (sem público presencial), que pode ser acompanhada ao vivo pelo Instagram da Bienal. Saiba mais sobre a performance aqui

Leia o texto curatorial, escrita pelo curador-geral Jacopo Crivelli Visconti e o curador-adjunto Paulo Miyada aqui

Figuram em Vento 21 artistas: Alice Shintani (1971, São Paulo, SP), Ana Adamović (1974, Belgrado, Sérvia), Antonio Dias (1944, Campina Grande, PB), Clara Ianni (1987, São Paulo, SP), Deana Lawson (1979, Nova York, EUA), Edurne Rubio (1974, Burgos, Espanha), Eleonore Koch (1926 - 2018, Berlim, Alemanha), Gala Porras-Kim (1984, Bogotá, Colômbia), Jacqueline Nova (1935-1975, Gante, Bélgica), Jaider Esbell (1979, Normandia, RR), Joan Jonas (1936, Nova York, EUA), Koki Tanaka (1975, Kyoto, Japão), León Ferrari (1920-2013, Buenos Aires, Argentina), Luisa Cunha (1949, Lisboa, Portugal), Melvin Moti (1977, Roterdão, Países Baixos), Musa Michelle Mattiuzzi (1983, São Paulo, SP), Neo Muyanga (1979, Joanesburgo, África do Sul), Paulo Nazareth (muitas datas, Watu Nak, Vale do Rio Doce, MG), Regina Silveira (1939, Porto Alegre, RS), Ximena Garrido-Lecca (1980, Lima, Peru) e Yuko Mohri (1980, Kanagawa, Japão). 

Veja a lista de obras de Vento aqui

Exposição Vento
14 de novembro a 13 de dezembro de 2020
qua, sex, sáb, dom, 11h – 19h; qui, 11h – 20h
*entre 11 e 12h, idosos e pessoas em grupo de risco terão prioridade
Pavilhão Ciccillo Matarazzo, Parque Ibirapuera
Entrada gratuita

Visitas para pessoas com deficiência visual
Duração: 60 minutos
qua, qui, sex, sáb, dom: das 11h às 17h30
Agendamento aqui

Visitas em LIBRAS
Duração: 60 minutos
sábados: 15h e 16h
Agendamento aqui

Confira, abaixo, nosso convite em Libras:




  1. Caroline A. Jones, Eyesight Alone: Clement Greenberg’s Modernism and the Bureaucratization of the Senses (Chicago: University of Chicago Press, 2005).
  2. Greenberg’s Modernism and the Bureaucratization of the Senses (Chicago: University of Chicago Press, 2005).
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